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25/06/2010

Trujillo: "Não esperava que os shows dos Big Four fossem tão legais"

O baixista do Metallica, Robert Trujillo, foi entrevistado recentemente para o site do Sonisphere Festival. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Q: Que tipo de metal você está ouvindo no momento?

Robert Trujillo: Oh, cara, você sabe, varia. Meu gosto musical no momento varia de bandas como Meshuggah e um pouco de metal mais novo, não "nu-metal", mas só metal novo. Eu gosto de Gojira. Eu acho que eles são uma banda bem legal. Skinred é uma ótima banda. Eu acho que o Benji é um frontman espetacular. E voltar a Slayer e coisas assim é sempre legal porque eu acho que eles eternos de certa forma pois são tão bons.

Q: E fora do metal?

Robert Trujillo: Fora do metal, digo, eu amo ouvir de tudo, de world music acústico, como esta banda chamada Shakti dos anos 70 que eu realmente gosto. Eles tocaram com um guitarrista chamado John McLaughlin e a música deles para mim é muito agressiva. São tablas e percursões indianas, e é tão agressivo quando qualquer heavy metal por aí. Mas é tudo em instrumentos acústicos. Eu realmente gosto muito deles. Eu amo surf music porque eu amo surfar, então eu sempre me animo com isso. Eu ouço muito R&B antigo como James Brown e qualquer coisa que faça sua cabeça mexer com essa fórmula.

Q: Você passa muito tempo trabalhando em sua técnica. Como você está experimentando no momento?

Robert Trujillo: Sabe, eu estou sempre experimentando. É louco. De noitona, eu surjo com novas técnicas e meio que voltei ao básico com meus dedos. Uma das coisas em estar nesta banda é que é bem desafiador, especialmente quando tocamos ao vivo. Com a música nova e também com a música antiga, se torna bem físico então eu meio que voltei ao primeiro passo e realmente foco no ataque da minha mão direita e também condiciono meus dedos de formas diferentes para atender a cada música em particular, então realmente trabalhar nas técnicas voltando ao básico. E eu na verdade tenho vontade de voltar a ler e talvez meio que voltar a curtir um pouco de jazz. Mas é basicamente um hobby. Eu realmente curto tentar expandir meus horizontes e se tornar em minha mente um baixista melhor. Várias vezes eu me junto com caras como guitarristas de flamenco ou algo assim e tento e aprendo alguma técnica nova deles e, espero, aplico na minha forma de tocar baixo.

Q: Que guitarristas e baixistas te inspiram mais?

Robert Trujillo: Bem, obviamente eu amo Jaco Pastorius. Eu fui sortudo o suficiente para vê-lo tocar cerca de quatro vezes quando eu era bem mais novo, antes dele morrer. Claro, eu não o vi desde então porque seria somente seu fantasma. Quem mais? Eu me lembro de ver uma banda chamada Return To Forever, que é bem legal. Eu não tive a chance de ver Jimi Hendrix porque eu era muito novo, mas ele é meu favorito. Quer saber, eu vou te falar que banda que eu vi que foi muito legal: Muse. Eu os vi cerca de três anos atrás em Los Angeles.

Q: Finalmente, o quão excitante tem sido tocar nesses festivais Sonisphere com os "Big Four"?

Robert Trujillo: É intenso. É especial. É surreal. Eu não sei mais o que dizer... São os "Big Four", sabe. Quando o Anthrax tocou [o primeiro set da turnê], eles soaram espetacular e eu não os via com Joey [Belladonna] desde não sei quando, faz cerca de 15 anos. A vibração está ótima e é bem legal. Eu não esperava que fosse tão legal. Eu esperava que fosse divertido e animador, mas todos estão felizes, saudáveis e na melhor forma.

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