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30/06/2011

Lou Reed diz que disco em parceria com Metallica é 'o melhor já feito por alguém, em todos os tempos'

Lou Reed não é um sujeito com problemas de autoestima. O cantor e compositor disse que sua recente colaboração com o Metallica é "o melhor trabalho já feito por alguém, em todos os tempos". Em entrevista à New York Magazine, Reed revelou que parte das músicas foi regravada para a trilha sonora da versão musical da peça alemã "Lulu", de Frank Wedekind.

"A versão da música de Lulu que fiz com o Metallica é inspiradora. Talvez seja a melhor coisa feita por qualquer pessoa, em todos os tempos. Pode criar outro sistema planetário. Não estou brincando, nem sendo egocêntrico", disse Reed, revelando que o trabalho deve ser lançado em novembro.

O Metallica surpreendeu seus fãs ao anunciar no início do mês que tinha terminado de gravar um novo disco em parceria com Lou Reed. No site oficial, os membros das banda de Thrash Metal disseram que a o desejo de trabalhar em conjunto com o poeta novaiorquino surgiu durante uma apresentação no 25º Aniversário do Hall da Fama do Rock, em 2009.

fonte: www.metalremains.com

Metallica renova contrato com Universal Music

O Metallica renovou contrato com a Universal Music para distribuição mundial de seu catálogo e novo material. O acordo exclui apenas os territórios norte-americano e japonês. A companhia representa a banda desde 1988.

“O Metallica é um dos maiores vendedores de discos de todos os tempos. Temos trabalhado muito bem em conjunto nas últimas três décadas”, declarou Paul Connolly, presidente da organização.

O grupo comandado por James Hetfield e Lars Ulrich já lançou nove álbuns de estúdio, três ao vivos, 5 EPs, 24 videoclipes e 45 singles. A banda vendeu em torno de 100 milhões de cópias em todo o planeta. Em 2009, o Metallica era o quarto artista com mais vendas desde que o Soundscan foi instituído como órgão controlador dos números do mercado musical, em 1991. Atualmente, o quarteto prepara um novo disco.

fonte: www.metalremains.com

23/06/2011

Cenas dos bastidores de Hammett para Guitar Aficionado


Na edição de Julho/Agosto da Guitar Aficionado, o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, nos guia pela sua calma propriedade havaiana e seu sumptuoso lar na Bay Area. Hammett discute ainda seu amor pelo surfe, guitarras e memorabilias de filmes clássicos de terror.

Fonte:www.metalremains.com

Show especial em São Francisco

O site oficial do Metallica foi atualizado com a seguinte notícia, sobre uma apresentação especial que a banda fará em São Francisco.

TUdo começou quando Kirk mencionou que seu vizinho tinha nos convidado para tocar em sua festa em São Francisco, e nós pensamos "por que não?". Afinal, faz um bom tempo desde a última vez que tocamos em nossa cidade, e a gente não tem saído muito ultimamente. Bem, acontece que o vizinho de Kirk, Marc Benioff, é o chefão de uma "pequena" empresa chamada Salesforce.com e sua festinha na verdade dura quatro dias e conta com mais de 30 mil pessoas! Tanta coisa para um churrasquinho de fundo de quintal...

Seguindo os passos de Neil Young, Foo Fighters, Black Crowes, e Stevie Wonder, nós estamos animados em anunciar que fomos convidados para tocar na nona convenção anual Dreamforce da Salesforce.com no Moscone Center em São Francisco, na quarta-feira, 31 de Agosto. Isto promete ser uma grande festa... Onde mais você poderia aprender tudo que gostaria de saber sobre computação nas nuvens durante o dia e detonar com o Metallica a noite?

Se você estiver planejando em ir no Dreamforce, legal, nós esperamos te ver lá e claro, se você é um membro do MetClub, se logue e confira como ganhar ingressos... Nós estamos dando centenas.

Fonte:www.metalremains.com

Rick Rubin: "Metallica está prestes a começar a compor"

Em entrevista à Billboard, o produtor Rick Rubin falou sobre os novos álbuns do Metallica e do ZZ Top.

Metallica: “Eles estão prestes a começar a compor. Me reuni com Lars Ulrich em San Francisco para explorar o foco desse trabalho. Ainda estou pensando em como será. Farei algumas perguntas e vamos escutar alguns riffs que eles andaram escrevendo. Normalmente, ouço algo que indica a direção e partimos daquilo”.

ZZ Top: “Eles assinaram com a American Records e estão trabalhando no novo álbum agora. Estou ajudando nas canções e provavelmente atuarei como produtor executivo. Eles excursionam bastante, então acabam escrevendo bastante entre as viagens. Sei que gostariam de ter algo pronto no fim do ano, será ótimo se a coisa fluir assim”.

Fonte:www.metalremains.com

Vinil verde do ...And Justice For All

O Metallica divulgou a seguinte informação, a respeito do lançamento da edição especial e limitada do álbum ...And Justice For All em vinil verde.

Uma prensagem limitada de 1000 cópias do "...And Justice For All", em vinil verde, estará disponível apenas para membros do MetClub (certifique-se de que você esteja logado antes de ir para a loja) e no www.becausesoundmatters.com na quinta-feira, 23 de Junho, a 1:00 PM PDT (5:00 PM horário de Brasília). Esta edição luxuosa e limitada em vinil VERDE do 'Justice' conta com uma caixa com 4LPs de 45RPM e 180 gramas de alta qualidade. Todas as músicas foram masterizadas na metade da velocidade das fitas originais analógicas no Bernie Grundman Mastering em Hollywood, CA, para trazer qualidade audiófila. A série de relançamentos em vinil está chegando ao fim, então não perca! Para aqueles que estão acompanhando, nosso único título restante a ser relançado em uma nova versão luxuosa, remasterizada e colorida é o "St. Anger", a ser lançado no próximo mês.

Fonte:www.metalremains.com

Mais informações sobre projeto do Metallica com Lou Reed

A RollingStone.com conversou recentemente com o Metallica e Lou Reed a respeito do vindouro projeto que resultará em um álbum, ainda sem título, com 10 músicas. Confira abaixo a matéria traduzida na íntegra.

Era uma junção improvável: a voz monótona de Lou Reed e suas histórias explícitas de desejo e desespero, com a energia apocalíptica do Metallica. Agora é uma união perfeita. Em uma recente e rápida série de sessões no estúdio do Metallica no norte de São Francisco, o rei nova iorquino do avant-rock e a maior banda de thrash metal do mundo gravaram um novo álbum de estúdio juntos, que é como nada que qualquer outro artista já fez antes. O disco, ainda sem título, conta com 10 músicas compostas por Reed com significativas contribuições nos arranjos da banda que sugere uma união raivosa de seu clássico noir de 1973, Berlin, e o destruidor "Master of Puppets" de 1986, do Metallica.

"Um casamento fabricado nos céus", disse Reed em sua primeira entrevista sobre o projeto, no lounge do estúdio durante uma pausa. "Eu sabia desde o primeiro dia que nós tocamos juntos: 'Oh, cara, isto é perfeição, bem na minha frente'."

"Eu não acho que nós nunca nos sentimos tão livres assim", disse o baterista do Metallica, Lars Ulrich, sentado próximo a Reed no sofá. "Não há nada que esteja fora dos limites para nós, nada que pareça como 'oh, o que acontece se formos para lá?'. A energia da gente" - ele aponta para Reed - "parece como se a gente não pudesse aterrissar em um lugar errado."
"Eles estão trazendo o Metallica, com todo o poder", confirma Reed. "E por eles serem tão sofisticados, onde quer que eu vá, eles estão comigo."

Reed e o Metallica tocaram juntos pela primeira vez em Outubro de 2009, nos shows do 25o. aniversário do Rock and Roll Hall of Fame. Ulrich, o vocalista-guitarrista James Hetfield, o guitarrista Kirk Hammett e o baixista Robert Trujillo tocaram com Reed duas de suas músicas clássicas. "Nós sabíamos a partir daí", disse Reed, "que nós fomos feitos um para o outro". Ele e a banda primeiramente planejaram fazer um álbum de seu material mais antigo, "jóias perdidas que ninguém mais lembra", como diz Reed. Isto mudou uma semana antes de Reed aparecer no estúdio do Metallica. Ele chamou a banda, propondo um disco de músicas que ele havia escrito para Lulu, uma produção teatral de história do autor alemão Frank Wedekind, dirigido por Robert Wilson e atualmente sendo apresentada em Berlim.

"Lars e eu ouvimos isso", disse Hetfield das demos de Reed, "e foi como 'uau, isto é bem diferente'. Eu estava com medo no começo, porque a música era tão aberta. Mas então eu pensei, 'isto poderia ir a qualquer lugar'". O Metallica começou a compor partes construídas dos ritmos vocais e padrões eletrônicos das demos.

O resultado é sem precedentes e firme. "Pumping Blood" começa com um zumbido que termina em uma marcha, vai para o speed-metal e acaba em seções livres - tudo em sete minutos, gravado ao vivo em um take só. Outra faixa, "Mistress Dread", conta com os vocais de Reed junto de um riff tocado em velocidade alucinante. "Não parecia como se fossemos sua banda de apoio", clama Hammett. "Parece como se fossemos uma banda diferente, em uma situação que nunca estivemos antes". E, Trujillo nota, "está nos tornando uma banda melhor".

Ulrich disse que o álbum está "90 porcento" finalizado. Mas ainda não há planos de lançamento. Reed não tem um contrato com gravadora e o Metallica não está mais na Warner Bros. "Nós estamos livres para ir onde quisermos", disse Ulrich. "Eu estou obviamente animado para as pessoas ouvirem isto, em qualquer forma, nós sentimos que é certo."

Hetfield tinha uma condição. "Eu disse a Lou que eu queria estar lá quando as pessoas ouvissem", disse ele. "Eu quero ver suas caras".

Fonte:www.metalremains.com

Revelado projeto secreto do Metallica

O site oficial do Metallica foi atualizado com a seguinte notícia, a respeito do projeto secreto que a banda vinha trabalhando.
Alguns meses atrás, nosso próprio Kirk Hammett deu uma dica sobre um novo projeto do Metallica que não era "realmente 100% uma gravação do Metallica". Embora Kirk tenha falado um pouco demais (e ele foi devidamente punido com várias flexões), nós estamos mais do que orgulhosos em anunciar que acabamos de completar a gravação de um álbum completo que é uma colaboração com nada menos que o lendário Lou Reed.

Desde que tivemos o prazer de tocar com Lou no 25o. aniversário do Rock and Roll Hall of Fame no Madison Square Garden em Outubro de 2009, nós vinhamos com a idéia de gravar um disco juntos. Alguns dos astutos residentes da Bay Area devem ter visto algumas notícias recentes de Lou Reed ter sido visto na área da grande São Francisco e nós de fato temos trabalhado em nosso estúdio no HQ durante os últimos meses. No que seria velocidade da luz para um projeto relacionado ao Metallica, nós gravamos dez músicas neste tempo e embora neste momento não tenhamos certeza de quando vocês as ouvirão, nós estamos mais do animados em compartilhar com vocês que as sessões de gravação finalizaram na semana passada.

Um verdadeiro inovador e facilmente um dos mais influentes compositores e músicos da história do rock, o trabalho de Lou com o Velvet Underground e como um artista solo teve tamanha qualidade que ele tem sido reverenciado e respeitado por nós e vários de nossos colegas. Mal podemos esperar para que vocês ouçam ao disco finalizado, e como nós mesmos gostamos de dizer aqui, continue de olho aqui para mais atualizações... Nós estaremos de volta com mais detalhes assim que surgirem.

Fonte:www.metalremains.com

Big 4: substituindo jam de Am I Evil por algo diferente

Scott Ian do Anthrax diz que os Big 4 do thrash estão planejando substituir sua jam ao término de cada show com algo que os fãs irão amar ainda mais.

Metallica, Slayer, Megadeth e Anthraxencerraram seu show arrasa-quarteirões em duas ocasiões reunindo-se no palco para tocar ‘Am I Evil’ do Diamond Head.

Eles o fizeram uma vez na Bulgária, para o DVD ao vivo, e depois na Califórnia em Abril.

Mas quando os gigantes do thrash tocarem no Yankee Stadium em Nova Iorque em Setembro próximo, eles esperam ter algo ainda mais especial para a plateia.

Ian, cujo projeto paralelo The Damned Things fez seu debut em Donington esse fim de semana, diz ao site Rock AAA que ele está discutindo um novo plano com o Metallica. “Eu de fato conversei com Lars Ulrich sobre algo pro show no Yankee Stadium.”

“É algo diferente. É ótimo ir lá e tocar ‘Am I Evil”, mas a canção inteira é comprida demais então só ficamos lá por dois minutos e meio. Queremos estar lá por mais tempo, então conversamos sobre fazer outras coisas que nos permitirão ficar lá e curtir.”

Fonte:www.metalremains.com

12/06/2011

Baixista do Primus relembra teste para o Metallica em 1986

Em entrevista à Rolling Stone, o baixista e vocalista do Primus, Les Claypool, lembrou uma passagem pitoresca de sua carreira, quando fez o teste para se tornar baixista do Metallica, em 1986.

O que você lembra da jam com o Metallica?

Não tinha noção que o Metallica já era tão grande. Pensava que era a banda do meu amigo Kirk Hammett, com quem freqüentei a escola. Não seguia o que estava acontecendo no mundo do Heavy Metal. Para mim o estilo se resumia aos discos do Judas Priest, Scorpions e Black Sabbath, que ouvíamos. Estava mais ligado à música experimental. Fui lá e havia essa ar de realeza por parte das pessoas que cuidavam da carreira deles. Na hora compreendi que se tratava de algo maior que imaginava. Mas foi alto. Lembro que Kirk pediu para eu abaixar o volume.

Lembra as músicas que tocaram?

“Master Of Puppets” e “For Whom the Bell Tolls”. Não sabia que a intro dessa era no baixo (risos)! Eles ficaram esperando que eu começasse enquanto eu só os olhava. Acho que foi quando James percebeu que não ia rolar. Quer dizer, acho que já imaginavam quando entrei no local. Estava usando dois tênis de cores diferentes, calças de skatista e um moicano loiro. Eles estavam todos de preto. Mas tudo bem, houve um bom motivo para eu não conseguir o emprego.

Fonte: http://www.metalremains.com

Segunda parte de entrevista de Hetfield sobre captadores EMG

A segunda parte de uma nova entrevista com o frontman do Metallica, James Hetfield, na qual ele fala sobre seu novo conjunto de captadores assinados da EMG, foi disponibilizada e pode ser conferida abaixo.



Fonte: http://www.metalremains.com

09/06/2011

Hammett: "Acabamos de começar a pensar em compor material novo"

Shawn Fernandes da GibsonGuitar.in entrevistou recentemente o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

GibsonGuitar.in: Os fãs indianos podem esperar algum material novo nos shows [de Outubro]?

Kirk Hammett: Bem, quanto a material novo, nós acabamos de começar a pensar em compor material novo. Eu acho que se algo estiver terminado entre agora e o final de Outubro, vai saber? Nós podemos tocar uma música nova, ou não, mas pela Índia ser um lugar meio que especial e ser a primeira vez que tocaremos lá, podemos tocar algo que não tocamos há um tempo.

GibsonGuitar.in: Qual banda, na sua opinião, é a melhor do "Big Four"?

Kirk Hammett: Err... Bem, nós [risos]. Mas, claro, eu diria que somos nós. A melhor questão é quem é sua segunda favorita?

GibsonGuitar.in: Justo. Então, quem é sua segunda banda favorita?

Kirk Hammett: Eu tenho que dizer Slayer. O que eu posso dizer, eles são maus, eles são pesados, eles não se comprometeram. O Slayer detona. Eu também preciso dizer no entanto; Scott Ian [do Anthrax] é um dos meus melhores amigos. Eu o conheço desde que eu estou na banda e nós saimos muito socialmente. Nós fazemos coisas juntos, nossas famílias saem juntas, então eu preciso dizer que eu realmente gosto de sair com Scott porque ele é um dos meus irmãos.

GibsonGuitar.in: Com toda a turnê, a banda conseguiu começar a trabalhar em um novo álbum?

Kirk Hammett: Nós não começamos ainda; estamos pensando sobre isso, no entanto. [risos] Há um monte de outras coisas que estamos fazendo no momento. Nós sempre falamos para nós mesmos que vamos começar a nos juntos para começar a compor as músicas, mas, sabe, algo sempre surge. Normalmente é um show ou a gente precisando viajar para tocar na Índia ou algo do tipo, e então o álbum fica de lado um pouco. Mas eu acho, pessoalmente, que o novo álbum acontecerá quando acontecer.

GibsonGuitar.in: Você aprendeu com uma lenda, o grande Joe Satriani. Como isto aconteceu e como foi?

Kirk Hammett: Bem, naquela época eu tinha minha Flying V e um dia eu disse para um amigo meu, "seu modo de tocar é muito bom. O que rola? Como você começou a tocar tão bem?". Ele disse, "oh, eu encontrei este novo professor em Berkeley, seu nome é Joe. Você deveria conferí-lo". Então eu fui para essa loja de música chamada Secondhand Guitars em Berkeley, entrei e no fundo, eu podia ouvir alguém tocando guitarra loucamente, como nunca tinha ouvido antes. Eu fui até lá e lá estava Joe, sentado em uma cadeira, e ele diz, "Oi, você é meu aluno novo?". Eu disse, "Sim", e então nós nos sentamos e Joe começou a tocar. Mesmo naquela época, ele soava como soa hoje. Digo, todos os componentes do seu estilo de guitarra estavam lá naquela época. Eu fiquei tão chocado com sua técnica e seu estilo. A primeira coisa que ele disse para mim foi: "Ok, se você vai ter aulas comigo, eu espero que você aprenda as lições". Então ele meio que basicamente me disse para ter meu ato junto quando eu viesse na semana seguinte. Então eu tive a lição, aprendi tudo durante a semana, e voltei na semana seguinte. Eu cresci a partir daí. Eu podia dizer que Joe realmente gostava de tocar comigo pois ele sempre tocava mais do que o tempo alocado. Digo, usualmente ele passava cerca de meia hora com seus outros alunos, mas por alguma razão estranha, ele passava mais tempo comigo. Eu descobri mais tarde que era simplesmente porque ele gostava de tocar guitarra comigo. Mais tarde, em entrevistas, Joe disse que quando ele começou a me ensinar, ele podia ver algo na minha forma de tocar e meu jeito, que era radicalmente diferente da maioria das outras pessoas na época. Muito disso tinha a ver com o fato de ouvir aos guitarristas tipo Ulrich Roth e Michael Schenker. Digo, não havia muita gente nos Estados Unidos naquela época que sabia quem eram esses guitarristas. Então eu vinha de uma perspectiva meio que bem única. Eu aprendi muitas coisas com o Joe, muitas coisas técnicas especialmente. Eu também aprendi que sensação é melhor que qualquer coisa. Então eu sempre tentei ser um guitarrista com muito sentimento ao invés de um guitarrista com muita técnica. Eu sempre fui ciente do fato de que você pode dizer tanto com cinco notas quanto com cinco mil notas. Aprender foi muito, muito importante para mim.

GibsonGuitar.in: O Metallica está por aí há 28 anos. Nós vimos muitas bandas de metal surgir e sumir, o gênero mesmo já teve seus altos e baixos. Qual é o ingrediente especial que manteve o Metallica no topo pelos últimos 30 anos?

Kirk Hammett: Eu honestamente não sei. Tudo que eu posso dizer é que eu acho que nossa música passa pelo teste do tempo. A música ainda soa moderna e ainda soa relevante depois de 30 anos. As pessoas estão ouvindo e ainda ouvem como algo novo. Tudo que eu posso dizer é que isto é simplesmente incrível que tenha acontecido com a gente.

GibsonGuitar.in: Nós temos que te perguntar sobre esse novo livro sobre memorabilias de filmes de terror que você está trabalhando, entitulado "Too Much Horror Business".

Kirk Hammett: É um livro sobre pôsteres antigos de filmes de terror e brinquedos de monstros antigos. Eu tenho colecionado estas coisas desde, tipo, sempre. Eu comprei minha primeira revista de filme de monstro quando eu tinha cinco anos de idade e tenho curtido estas coisas desde sempre. Eu simplesmente decidi um dia que, por ter esta grande coleção de pôsteres e brinquedos de monstros, compartilharia isto com o mundo. Basicamente é o que eu estou fazendo agora, estou compartilhando isto com o mundo. É bem divertido. É bem trabalhoso e ainda estou trabalhando nisso no momento, mas é bem divertido e eu mal posso esperar para lança-lo.

Fonte:http://www.metalremains.com/

07/06/2011

Iron Maiden: "Somos melhores que o Metallica"

Em entrevista à Metal Hammer, Bruce Dickinson falou sobre as diferenças entre o Iron Maiden e o Metallica. O vocalista exaltou o fato de sua banda ter se mantido tantos anos no topo sem perder a integridade musical.

“É preciso não ter medo. Vou me meter em problemas ao declarar que o Iron Maiden é melhor que o Metallica... mas é verdade! Eles podem ser maiores, vender mais ingressos e levar a classe média burguesa para seus shows, mas não são como nós e ponto final. Se vou me transformar em um babaca por dizer isso, vamos em frente”.

Fonte:http://www.metalremains.com/

03/06/2011

Revista britânica elege Metallica como melhor banda dos últimos 30 anos

O Metallica foi eleito como a melhor banda de rock dos últimos 30 anos. O grupo apareceu em primeiro em uma lista feita pela revista britânica Kerrang! com os artistas mais influentes das últimas três décadas, ganhando de nomes como My Chemical Romance, Slipknot, Green Day e Foo Fighters.
O baterista Lars Ulrich disse: "me sinto muito bem em ver que a revista Kerrang! elegeu o Metallica como a banda que mais mudou sua história. Lembro-me de sua primeira edição em 1981. Havia feito uma peregrinação para a Inglaterra por estar obcecado com a nova onda de bandas britânicas de heavy metal. Viajei por todo o país e aquela primeira edição me acompanhou por todos os cantos".

Lars também prestou homenagem ao Iron Maiden, que apareceu em terceiro lugar na lista, atrás do Green Day. "O Iron foi como um exemplo para tudo o que aquilo que a gente sempre quis ser".

Ozzy Osbourne ficou em nono lugar, com a revista declarando que "o simples fato de Ozzy estar vivo hoje em dia é o bastante para garantí-lo na lista, já que ele bebeu e tomou muitas drogas ao longo dos anos".

A lista faz parte da edição de aniversário da revista Kerrang! que sai nesta quarta (1), celebrando os 30 anos de seu lançamento, que ocorreu em junho de 1981.

Veja abaixo a lista completa das 10 bandas mais importantes segundo a Kerrang!:

- Metallica
- Green day
- Iron Maiden
- Slipknot
- My Chemical Romance
- Linkin Park
- Bullet for my Valentine
- Blink 182
- Ozzy Osbourne
- Foo Fighters
Fonte: metalremains

Discurso de Hetfield no colégio que estudou

O guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield, entrou no Hall da Fama 2011 do Downey High School nesta última sexta-feira, 27 de Maio, pelos anos que estudou no colégio de Downey, Califórnia. Confira abaixo o vídeo do discurso de Hetfield, e a tradução logo em seguida.


"A principal coisa que me vem a mente é a extrema gratidão de ser homenageado aqui na escola, que eu me escondia na maior parte do tempo que estava aqui.

Eu odiava minha escola - literalmente. Eu era um estranho, eu não me encaixava, eu não queria me encaixar. Eu me escondia o máximo possível em minha música e ouvindo música. Sim, eu precisava aparecer nas aulas e receber créditos, só para passar, mas eu não me sentia realmente que eu me identificava com alguém. Então estar aqui de volta, ser incluído no Hall da Fama, é completamente surreal e é um testamento para os sonhos das pessoas e - como a última pessoa introduzida colocou - as pessoas na categoria de estranhas, elas são capazes de se aplicarem e atingirem seus sonhos, só que de maneira diferente.

Tempos difíceis para mim no colégio - bem difíceis. Eu vim para a Downey High. Eu morava bem perto daqui. Eu ainda falo para meus filhos minha história de tentar atravessar a rua principal até aqui e ser acertado por um carro. E eles dizem, 'conte aquela lá de novo'.

Eu estou aqui para falar sobre os tempos difíceis que eu atravessei. Meu pai foi embora quando eu tinha 13 anos e minha mãe faleceu quando eu tinha 16. Eu não cheguei a terminar o colegial aqui, o que é bem triste, pois eu tinha muitos amigos aqui, e eu acabei me mudando para uma nova escola e indo morar com meu irmão mais velho. Então o colegial não foi a melhor época para mim. Mas a música era a salvação - uma grande salvação na minha vida - e eu fui capaz de subir em cima das cabeças das pessoas e seus discos e me envolver na música e, basicamente, ao invés de sair na escola, eu ia para casa e treinava guitarra, e era isso que eu fazia.

É ótimo ver jovens aqui cantando. A banda de jazz era a coisa que era oferecida aqui quando eu ia a escola. Eu achei que não tinha nenhuma conexão com o jazz, mas ouvir estas pessoas colocarem músicas modernas em versões em jazz é bem inspirador - é bem legal - e te-los aqui e se mantendo firmes por aquilo que estão fazendo e ter orgulho disso, me traz uma lágrima em meu olho.

Minha primeira guitarra que eu comprei, minha mãe me fez trabalhar bastante por um ano, era de um guitarrista de uma banda de jazz; era uma SG e eu eventualmente a troquei por uma systema de PA. Eu não sabia se eu queria ser um guitarrista ou um vocalista, e eu acabei fazendo os dois.

A outra coisa que eu gostaria de dizer é que foi uma época pivô e eu não sabia até agora. Muitas coisas aconteceram em nossas vidas e elas aconteceram por uma razão. A coisa que aconteceu comigo era que eu estava no time de futebol americano quando calouro, eu voltei no ano seguinte para estar no time de veteranos, e o treinador Cummings era o seu nome, ele disse, 'você precisa cortar o cabelo. Seu cabelo é longo demais; ele passa da sua orelha'. E eu olhei para os jogadores de futebol e eu disse, 'Bem... Você precisa ter cabelo grande para ser um bom jogador de futebol'. Mas naquele ponto, ele disse, 'você precisa cortar seu cabelo ou está fora do time'. Foi uma grande decisão na época. 'Eu quero ser um roqueiro? Ou eu quero ser um jogador de futebol?'. porque durante toda minha infância, eu queria estar no Oakland Raiders; era isso. E o outro sonho era que eu queria ser o cara do poster - o poster do Aerosmith que eu tinha no meu quarto. Então naquele momento eu tomei uma decisão, e entreguei meus equipamentos e eu só concentrei na música. Então obrigado a ele por me fazer escolher. Ele era bem distinto, e ele me manteve firme e eu também. Então eu sou muito, muito grato que isso tenha acontecido nesta escola.

Eu só quero dizer obrigado ao Hall da Fama por introduzir este estranho. E a todas as pessoas que estão aqui hoje e todos os jovens que eu vejo aqui que amam música e são inspiradas por isto e isto move suas vidas. Vocês conseguem suas inspirações de onde puderem e vivam seus sonhos ao máximo, porque isto pode acontecer."

Fonte: metalremains

Hetfield será homenageado em colégio que estudou

Segundo o PressTelegram.com, o guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield, entrará hoje no Hall da Fama da Downey High School, por ter estudado neste colégio no passado.

A vice-diretora da escola, Lisa Kucke, afirma que o plano para a entrada de Hetfield no Hall da Fama estava sendo trabalhado há anos.

"Ele é uma pessoa bem reservada, e está usualmente em turnê neste período do ano, então tinha a ver com tentarmos alinhar as agendas", disse ela. "Estamos todos animados e esperamos que ele possa vir."

Ela disse que Hetfield, que atualmente tem 47 anos, enviou ao colégio uma guitarra autografada um ano.

"Ele disse que poderíamos leiloa-la, mas não tivemos coragem de fazer nada com ela ainda", disse ela.

Fonte: metalremains